Guilherme Hissa Villas Boas

Bacharel em Turismo pela FACHA (2004), Bacharel (2009), Mestre (2011) e Doutor (2017) em Geografia pela UFRJ. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências (IGEO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Coordenador do LEMAS – Laboratório de Pesquisa e Extensão em Meio Ambiente e Sociedade. Desenvolve pesquisa e extensão, com abordagem interdisciplinar, sobre a relação sociedade e natureza, atuando principalmente com análises integradas de sistemas socioambientais, conservação da natureza, etnogeomorfologia, ecologia humana e turismo.

Gislene Aparecida dos Santos

Doutora em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007). Professora adjunta do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenadora do Grupo de Estudos em Espaço e População (GePoP) e pesquisadora associada do Núcleo Interdisciplinar em Estudos Migratórios (NIEM). Atua principalmente no tema das políticas migratórias e gênero na América do Sul.

Gisela Aquino Pires do Rio

Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989) e doutorado em Socio Economie Du Développement – École des Hautes Études en Sciences Sociales (1994). Pós-Doutorado na Universidade de Oxford, Inglaterra (2001). Bolsista Pesquisadora CAPES no Centre International de Recherche sur l´Environnement et le Développement, França (2012).

Professora da Cátedra Simon Bolivar Na Universidade Sorbonne Nouvelle-Paris3 IHEAL (2013). Atualmente é professora Titular Colaboradora Voluntária na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência em pesquisas na área de Geografia Econômica, Regional e Geografia da Energia. Vem trabalhando sobre regulação territorial e de recursos naturais, gestão de águas, sustentabilidade, e fronteiras econômicas.

Frédéric Jean Marie Monié

Formado em Geografia (1986) e em História (1989) pela Universidade de TOULOUSE II (França) e doutor em Geografia pela Universidade de Paris III – Sorbonne Nouvelle (Institut des Hautes Études sur l´Amérique Latine – IHEAL) com uma tese sobre Transportes coletivos e produção do espaço urbano no Rio de Janeiro (1997). Pós-doutorado realizado na Universidade de Montpellier Paul Valéry (2010) Atualmente professor associado do Departamento de Geografia e do Programa de Pós graduação em Geografia (PPGG) da Universidade Federal do Rio de Janeiro onde leciona, entre outras, disciplinas de Geografia Regional do Mundo, Geografia Regional do Mundo Árabe e Geografia Regional da África subsaariana. No Programa de Pós-graduação oferece disciplinas de geografia do desenvolvimento.

Professor visitante da Escola Doutoral em Geografia da Universidade Pedagógica de Maputo , Moçambique Coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisa Espaços e sociedades na África subsaariana que realiza pesquisas e estudos sobre recursos e desenvolvimento na África e sistemas regionais de crises na mesma região do mundo. Editor chefe do periódico Boletim GeoÁfrica Desenvolve também pesquisas sobre a reestruturação dos sistemas portuários; evolução das relações portos/cidades/regiões no Brasil e no Mundo e conflitos territoriais em áreas impactadas pela construção de portos.

Flavia Moraes Lins de Barros

Possui graduação (1999-2002), mestrado (2003-2005) e doutorado (2006-2010) em Geografia pela UFRJ. No mestrado e doutorado se especializou na área de pesquisa da Geografia Marinha. Já participou como consultora de projetos voltados para a áreas ambiental e socioeconômica como o Projeto Subsídios para o Zoneamento Ecológico-Econômico do estado do Rio de Janeiro e Projeto para o Atlas de Sensibilidade a Derrame por óleo da Bacia de Campos pela Petrobrás.

Foi professora do Departamento de Geografia da PUC-Rio no primeiro semestre de 2010 e Professora Adjunta do departamento de Educação e Sociedade do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Campus Nova Iguaçu entre 2010 e 2013. Em 2014 tomou posse na Universidade Federal do Rio de Janeiro na função de professora adjunto do Departamento de Geografia onde se dedica ao ensino, pesquisa e extensão.

É coordenadora do Laboratório de Geografia Marinha do Departamento de Geografia e líder do grupo de pesquisa do CNPq intitulado “Geografia Marinha e Gestão Costeira Integrada”. É membro do Programa de Geologia e Geofísica Marinha do Brasil desde 2014. Atualmente, é corrdenadora também do Projeto de Extensão “Mar à Vista”.

Eve Anne Bühler

Professora adjunto no Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, lecionando na graduação e no programa de pós-graduação em Geografia. Doutora, possui a “Qualification pour exercer les fonctions de Maître de Conferences” pelo CNU (Conselho Nacional das Universidades – França) pelas seções 23 (Geografia Fisica, Humana, Econômica e Regional) e 24 (Ordenamento Territorial). Tem doutorado em geografia na especialidade ESSOR (Espaços, Sociedades Rurais e Lógicas Econômicas) pelo Instituto Nacional Politécnico de Toulouse e mestrado pela Universidade de Toulouse II – Le Mirail.

Tem experiência de pesquisa e extensão na area de geografia econômica e geografia social dos espaços rurais, atuando nos seguintes temas: transformações e territorialização das agriculturas, globalização e novas ruralidades em contexto metropolitano, regulação ambiental da agropecuária. Integra o Núcleo de Pesquisas Geoambientais (NUCLAMB), o grupo de pesquisa “Fronteiras” e coordena a REAGRI (Rede de Pesquisa sobre Regiões Agrícolas), todos registrados no CNPq. Atua em diversos projetos de pesquisa apoiados por órgões de fomento.

Elizabeth Maria Feitosa da Rocha de Souza

Pesquisadora nível 2 do CNPq e Jovem Cientista do Nosso Estado pela Faperj. Geógrafa com pós-doutorado em Modelagem de Dados Espaciais e SIGWEB pela Universidade do Porto-Portugal. Professora Associada do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde atualmente é chefe de Departamento, e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Geografia (Capes 7), e editora da Revista Espaço Aberto da UFRJ (Qualis A1). É uma das coordenadoras do Laboratório Espaço de Sensoriamento Remoto e Estudos Ambientais, desenvolvendo pesquisas sobre Geoinformação, modelagem de cenários futuros em áreas antropizadas e aplicações de geotecnologias na educação básica. . Coordena projetos financiados pela Faperj e Cnpq dedicados à educação e a geração de cenários futuros. É autora de artigos e capítulos sobre expansão urbana, autômatos celulares e plataformas SIGWEB, além de orientar mestrado, doutorado e iniciação científica nas áreas de sensoriamento remoto, inteligência geoespacial e inovação didática em Geografia.

Claudio Antonio Goncalves Egler

Geógrafo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974), mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (1993). Realizou pós-doutoramento no Centro de Estudios Avanzados da Universidad de Buenos Aires. Foi professor visitante no Centro Panamericano de Estudios e Investigaciones Geográficas (CEPEIGE-Quito, Equador), Université Jean Moulin – Lyon III (Lyon – França), Ecole Normale Superieure (Paris – França) e Université Sorbonne Nouvelle – Paris III (Paris – França).

Foi professor visitante sênior na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) com bolsa da CAPES e pesquisador sênior do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) Atua preferencialmente nas áreas de Geoeconomia, Desenvolvimento Regional e Gestão do Território, tendo realizado estudos e pesquisas sobre a América do Sul, Nordeste Semi-árido, Zona Costeira e Marinha Brasileira e Impactos das Mudanças Climáticas.

Eduardo José Pereira Maia

Possui Licenciatura em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1997), mestrado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2005) e doutorado em Educação e Inclusão Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014).

Atualmente é professor associado I da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Geografia e Educação, com ênfase em Geografia, atuando principalmente nos seguintes temas: geografia, ensino, aprendizagem, história da geografia e livro didático. Atualmente tem dedicado especial atenção na pesquisa em Geografia nos manuais escolares, Geografia escolar e história da Geografia.

Antônio Paulo de Faria

É Professor Titular do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro, lecionando na graduação e na pós-graduação desde 1997. Pratica montanhismo desde 1981, tendo realizado expedições para montanhas de diversos países. Por conta dessa experiência, desenvolveu projetos sobre a dinâmica de ambientes montanhosos e a evolução de encostas rochosas. Aplica técnicas de alpinismo nos trabalhos de pesquisa e criou curso que ministra para a graduação e para a pós-graduação. Publicou diversos artigos inéditos sobre ambientes de montanhas e 2 livros para o público geral, conseguindo interagir montanhismo e geociências.

Atualmente se dedica aos estudos sobre a dinâmica da costa rochosa brasileira, fazendo classificações geológicas e geomorfológicas, com vários trabalhos inéditos sobre a hidrodinâmica da costa rochosa e caracterização de áreas de risco. Estudou ainda ainda o processo de formação das praias de matacões e dos campos marinhos de blocos. Fez também diversos estudos sobre o comportamento do nível do mar entre os séculos 19 e 21, usando como metodologia biomarcadores incrustados nas rochas e morfometria de praias embutidas na costa rochosa. Com os resultados, escreveu artigos e o livro A Costa Rochosa Brasileira (em publicação).

Entre 1993 e 2000 desenvolveu diversos trabalhos inéditos que se tornaram referências sobre hidrogeologia, dinâmica do lençol freático e o comportamento das nascentes fluviais, estudando os efeitos dos desmatamentos e dos reflorestamentos. Classificou 6 tipos de nascentes e conseguiu quantificar a capacidade máxima de transporte de sedimentos dos pequenos canais fluviais. Diagnosticou que é comum o desaparecimento de córregos nas microbacias rurais que praticam a agricultura de ciclo sazonal. Com bases nesses estudos, desenvolveu o Índice de Eficiência Hidrológica.

No período 2009-2010 foi Professor Visitante no Departamento de Engenharia da Universidad de los Andes (Bogotá), e na Universidad Nacional de Colombia. Entre 1992 e 1997 foi Professor Adjunto na UERJ e na PUC-Rio.